22
DE out
DE 2014
0

O Jogo perfeito #01 – J. Sterling

imagemEsse livro me deixou confusa, juro! Não sei o que sinto após terminar ele. No inicio da história eu senti muita forte semelhança com Belo desastre da Jamie Mcguire, a diferença é o quão chata a protagonista me pareceu, e o fato de não me causar emoções nenhuma.

A historia em si tem um enredo lindo. Podia ter sido um livro incrível, por um motivo, que ate então não sei dizer ao certo o que é, isso não aconteceu.

Cassie é apaixonada por fotografia e carrega no peito um ressentimento grande do pai. Jack é um jogador de baiseball apaixonado pelo que faz. O destino coloca-os um de frente pro outro. Isso “vai mudar tudo”.

De todos os livros que já li até hoje esse sem dúvida alguma está sendo o mais difícil de resenhar, mas vamos lá. Cassie e Jack se conhecem na faculdade, como um imã eles são atraídos um para outro imediatamente. De inicio a protagonista me pareceu um tanto “atirada” saindo dos conhecidos clichês atualmente. Mas alguns poucos capítulos a frente, pude perceber que a mesma era tão tola quanto as outras mocinhas. Algo que me chateou bastante é a falta de detalhes na história. Em um capitulo ela conhece ele, no final eles já estão namorando! Me diz cadê a lógica nisso?

Jack, a parte que eu mais gosto nas resenhas é contar o quanto eu fiquei encantada com o mocinho, mas com esse rapaz isso não aconteceu. Esse é o momento em que ser bonito e popular não é tudo. Jack se mostrou um cara super sem sal. Sei que não é certo comparar personagens de diferentes livros mas poxa!! Colocar um Travis Maddox perto do Jack é até pecado porque o coitado iria perder feio.

A história é basicamente aquele clichê conhecido. O bad boy e a mocinha com o coração dilacerado pelo passado, eles não ficam juntos porque o mocinho faz muita M**** e FIM! Mas ao contrário dos outros clichês, esse não me prendeu nem um pouco.

O que o seu coração diz?

O que importa? Meu coração é tolo. Acredita em qualquer coisa.

Certo. Então, oque diz sua cabeça?

Minha cabeça questiona tudo e não acredita em nada.

2 estrelas

6
DE jul
DE 2014
0

Fallen Too Far – Abbi Glines

PicMonkey Collage

  • Fallen Too Far #01

Blaire tem 19 anos e mora no Alabama, ela tinha uma família feliz, uma irmã gêmea companheira e pais apaixonados. Até que chega o momento em que tudo desaba. Há 5 anos atrás sua irmã morre em um acidente de carro, e seu pai a abandona junto de sua mãe. Para piorar, há 3 anos sua mãe descobre ter câncer. Blaire passa a viver em prol de sua mãe, até o dia em que a mesma dá o ultimo suspiro e a menina se vê sozinha no mundo. Sua unica saída no momento é apelar para o pai que a abandonou 5 anos atrás, e que hoje vive com uma nova mulher. Ao chegar no lugar onde seria sua nova casa, Blaire descobre que seu pai viajou com sua madrasta para Paris e a deixou junto de Rush, seu irmão postiço, em um lugar desconhecido para ela. Onde a unica alternativa para uma melhor sobrevivência junto dele é aprender a controlar a tentação.

Bom, pra ser totalmente sincera eu estava empolgada com esse livro por dois motivos : 1° Por ele ser new adult, um gênero que eu aprendi a gostar , e 2° Por ser um livro único, sem continuação. Acho que a empolgação também se deu por ter varias indicações dizendo parecer com Belo desastre. Porém ele me decepcionou em vários aspectos. A história tinha tudo para ser incrível, a história em si era intrigante, porém a autora não soube aproveitar tudo isso. Os personagens principais não me prenderam como deveria, mesmo que Rush tivesse vários aspectos legais ele não me causou emoções. Por mais que eu tentasse não nutrir esse sentimento, Blaire só me causou tédio. O fato de a todo momento ela enfatizar o fato de ” deixei meu ex namorado Cain porque não era boa o suficiente pra ele ” me irritou com uma facilidade incrível. A todo momento ela se desmereceu. Sem falar que a relação da Blaire e do Rush começa de uma maneira estranha. No momento em que ela o vê ela se sente atraída, passa poucos dias ele começa a demonstrar gostar dela mas que não se permite tê-la por achar ela uma moça indefesa, inocente. Ela por sua vez o acha um gostosão que nunca iria olhar para ela. Mais uma vez nossa querida Blaire se desmerecendo. Eu estava prestes a abandonar o livro, quando aparece o Climax. E.. OOH! Que surpresa, nessa hora eu pensei que o livro realmente ia engatar, eu realmente achei impressionante a forma como eu não desconfiei de nadinha durante o livro, e entao, Puff ! Acabou. Como assim? Pois é, o livro acabou meio sem final. O que me fez pesquisar mais um pouquinho e descobrir que havia uma continuação, nisso o numero 02 da minha empolgação foi por água abaixo. Ok, a curiosidade foi maior, e aqui fui eu em busca de Never Too Far.

  • Never too far #02

O livro já começa com uma surpresa. Sobre Never too Far eu não tenho muito o que dizer senão estarei dando spoiler e sei o quanto isso é ruim. A minha opinião é basicamente uma palavra: Desnecessária. Como o 1° livro não é muito grande, a autora podia simplesmente pegar o 1° livro e acrescentar os acontecimentos mais importante do 2°. Tenho certeza que teria ficado ótimo. Mas não sei que ideia é essa desses autores criar continuações, sinceramente acho que o fato de ter uma continuação pode acabar com o encanto de um livro.

Assim como Fallen Too Far, Never Too Far também teve o seu clímax bem no finalzinho, coisa que me empolgou bastante. Mas ainda continuo com a ideia fixa de que a história podia ter encantado muito mais se a escritora tivesse aproveitado mais os personagens e a história, fazendo os entrar juntos em equilíbrio. Mais uma vez o livro terminou sem um final, dando expectativa para Forever Too Far, um terceiro livro, mas infelizmente, essa leitura eu passo. Acho que meu conceito não tem como mudar. Mas em todo caso, não acho que tenha sido perca de tempo essa leitura.

2 estrelas